sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Migalhas populares


Algumas inusitadas matérias fizeram sucesso ao longo do ano :


Juiz é criticado por abordar assédio de forma grosseira. (Clique aqui)

Amizade entre juiz e parte em rede social não pressupõe suspeição. (Clique aqui)

Status "Casado" no Facebook ajuda a comprovar união estável. (Clique aqui)

"Sonho de liberdade" : Homem que ficou preso indevidamente por nove meses receberá R$ 255 mil. (Clique aqui)

Vivo indenizará cliente chamada de "chata maior de todas". (Clique aqui)

Profissional do sexo tem proteção jurídica e pode cobrar em juízo pagamento do serviço, decide STJ. (Clique aqui)

Em sentença-poema, juiz do DF anula multa aplicada a idosa pelo Ibama. (Clique aqui)

Banco não prova débito alvo de cobrança e juiz se irrita: "parece brincadeira de criança!" (Clique aqui)

Jornal deve indenizar mulher por divulgar telefone em seção de acompanhantes. (Clique aqui)

Ao deferir recuperação judicial de empresa, juiz usa exemplo da metáfora dos ovos de ouro. (Clique aqui)

Promotor sobre réu : "Vamos rezar para que seja promovido e desça ao andar de baixo". (Clique aqui)

Advogado é condenado por questionar sanidade mental da parte contrária. (Clique aqui)

Juiz pede que autora justifique inicial extensa com doutrina alemã para causa de R$ 1 mil. (Clique aqui)

Conta não bate e juiz manda autor refazer "seu ridículo cálculo". (Clique aqui)


Fonte: Migalhas 


Júlio César Duarte
  OAB-MG 41.347
Belo Horizonte/MG
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